Dois métodos de fertilização no cultivo de piña (Ananas sativus) híbrido MD2
DOI:
https://doi.org/10.22579/22484817.707Palavras-chave:
adubo, frutas, sistema radicular, folhasResumo
O cultivo de piña tem uma alta produção na América Latina e aumentou sua produção nos últimos anos em países como Uruguai, Brasil, Equador, Costa Rica e Colômbia, da mao de processos de desenvolvimento social, que beneficiaram muitos agricultores. Este experimento foi realizado em San Martin, Meta, Colômbia, onde a variedade de piña MD2 foi plantada a distâncias de 30 cm entre plantas por 40 cm entre linhas no leito e um metro entre leitos; avaliação de duas metodologias de aplicação: ambos os casos com dose exata; e foram comparados com um controle (T3) onde nenhum fertilizante foi aplicado. Neste projeto foi estabelecido um delineamento em blocos ao acaso, com três tratamentos e cinco repetições, cada repetição consistiu de 120 plantas por cama (600 plantas por tratamento), o que correspondeu a uma unidade experimental, avaliando cada 15 dias (15, 30. 45 e 60 dias) cinco plantas/cama/repetição, sob uma análise de variância com o teste de comparação de Duncan. Aos 15 e 30 dias de avaliação T1 e T2 apresentaram as maiores alturas de plantas (P <0.05) com valores de 15.18 e 43.60. e 16.24 e 53.20 cm, respectivamente, em comparação com o controle T3 (13.93 e 39.44 cm). Aos 45 e 60 dias, T2 apresentou maior estatura (P<0.05), com valores de 77.90 e 94.66 cm, comparados aos T1 66.52 e 88.30; e T3 68.26 e 79.90 cm respectivamente; embora aos 45 dias T1 e T3 mostraram um comportamento semelhante (P>0.05). De acordo com os métodos de fertilização avaliados, a aplicação direta ao solo mostrou melhor resposta da planta em seu sistema radicular e foliar, em comparação com tratamentos de fertilização axilar e sem aplicação de produtos (controle), porque as plantas submetidas à adubação direta no solo (T2) apresentaram características de desenvolvimento mais eficientes para a absorção de nutrientes.
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