Digestibilidad in vivo en cuyes alimentados con cuatro variedades de Brachiaria spp
DOI:
https://doi.org/10.22579/22484817.681Palavras-chave:
Cavia porcellus, gramíneas, digestibilidade, espécies menoresResumo
O desenvolvimento na produção de porquinhos-da-índia (Cavalia porcellus), como uma fonte alternativa de proteínas para a população, é uma iniciativa que vem ganhando força na Colômbia; considerando que as espécies gramíneas de Brachiaria, representam uma fonte de fibra e energia para os trópicos, o inclusão em dietas para Cavalia porcellus é limitada pela falta de informação sobre o seu valor nutritivo e a sua utilização digestivo nestes animais, portanto, o objetivo deste estudo foi determinar o valor nutritivo e coeficientes de digestibilidade da matéria seca (MS), proteína bruta (PB), gordura (GR) e fibra bruta (FB), e estimar o extrato não nitrogenado (ENN), porcentagem de nutrientes digestíveis totais (NDT), energia bruta (Mcal/kg MS) (EB), digestiva (ED) e metabólica (EM). Forragem e tratamentos utilizados foram: (Brachiaria híbrida cv. mulato (T1), Brachiaria decumbens cv. mmargo (T2), Brachiaria brizantha cv. toledo (T3) e Brachiaria brizantha cv. marandú (T4). Para o experimento foram utilizados doze machos crioulas Cavalia porcellus, com um peso médio de 778 ± 10 g, instalados em gaiolas metabólicas, distribuídos em um desenho inteiramente casualizado, com quatro tratamentos, quatro espécies de Brachiaria e três repetições cada um. É peso a quantidade de forragem consumida ad libitum, e também foram recolhidos e pesados fezes durante seis dias, para depois analisá-los no laboratório, a fim de estimar seus coeficientes de digestibilidade e distribuição de energia. Coeficientes de digestibilidade da MS foram maiores (P<0.05) para B. decumbens e B. brizantha cv marandú (0.80 e 0.88). Da mesma forma, o coeficientes de digestibilidade da PB, GR, FC, ENN e EB foram maiores (P<0.05) para estes mesmos forragem, observados, o rácio mais elevado no PC o B. briantha cv. marandú (0.90) ea menor em FC o B. brizantha cv. toledo (0.66). B. decumbens foi o melhor gramínea forrageira utilizada por C. porcellus devido à menor energia fecal (EF) desperdiçado (15.5%), deixando mais energia para as funções metabólicas em comparação com outras forrageiras, siendo sua EF 25.4, 21.4 e 22.6% para a grama B. híbrida cv. mulato, B. brizantha cv. toledo e B. brizantha cv. marandú respectivamente. A energia digestível e metabólica o grama B. decumbens foi maior, apesar de seu PC de conteúdo inferior (6%) em comparação com B. brizantha cv. marandú (7.8%).
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