Estabelecimento de um sistema silvipastoril com Sambucus peruviana
DOI:
https://doi.org/10.22579/22484817.719Palavras-chave:
alimentação, suplementação, ramonear, cultivo, banco de forragemResumo
O projeto foi desenvolvido no município de Tuta, departamento de Boyacá, Colômbia. Dez fazendas foram selecionadas e cada proprietário recebeu entre 168 e 490 árvores de Sambucus peruviana para serem usadas como cercas vivas ou banco de forragem. As plantas foram propagadas em viveiro por meio de estábulos, durante 90 dias, depois foram transportadas para cada fazenda selecionada, para prosseguir com o respectivo plantio, que foi realizado na estação chuvosa, para esta atividade foram cavados buracos de 30 cm de diâmetro com 40 cm de profundidade; em algumas fazendas eles foram plantados como banco de forragem e em outras como cerca viva. Uma vez que as árvores foram plantadas, foram tomadas medidas de altura, observando a mortalidade e sobrevivência em cada uma das fazendas durante os primeiros 60 dias de plantio, e continuou a avaliação e monitoramento da altura das árvores aos 60 e 120 dias. Durante seis meses, simultaneamente os produtores de gado da região foram treinados, onde foi explicada a importância dos sistemas silvipastoris, esses treinamentos favoreceram o interesse dos produtores em estabelecer as espécies na região, já que os melhores resultados em termos de sobrevivência e crescimento foram observados nas fazendas onde os produtores cumpriram as instruções dadas. Além disso, os sistemas estabelecidos têm servido de modelo para outros produtores iniciarem o processo de adoção. As condições climáticas e o consumo da árvore pelos animais, devido a sua alta palatabilidade ou falha na cerca, foram fatores determinantes no estabelecimento do sistema silvipastoril.
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